PROFESSOR

PAULO CESAR

PORTAL DE ESTUDOS EM QUÍMICA
 

DICAS PARA O SUCESSO NO VESTIBULAR: AULA ASSISTIDA É AULA ESTUDADA - MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL E O CONDICIONAMENTO FÍSICO - FIXAR O APRENDIZADO TEÓRICO ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS.

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Quimioterapia:
moléculas que salvam vidas


Cerca de 1,5 milhão de casos de câncer são diagnosticados anualmente nos EUA, e os médicos e pesquisadores do país estão engajados numa "war on cancer". Embora nenhum medicamento ou tratamento definitivo contra o câncer tenha sido encontrado (a tão sonhada Bolinha Mágica), um grande progresso tem sido obtido na compreensão das causas do câncer e no desenvolvimento de tratamentos efetivos e novas drogas.
 

O que é CÂNCER?
É o termo genérico para descrever uma coleção de cerca de 150 doenças diferentes, caracterizadas por uma rápida e anormal divisão celular do tecido e pela migração de células cancerígenas para partes do corpo distantes da origem. Com a rápida e desnecessária divisão celular, logo se forma um excesso de tecido, conhecido como tumor. Um tumor pode ser benigno (inofensivo) ou maligno (tem a habilidade de se espalhar pelo corpo e formar outros tumores). Alguns tipos de câncer não envolvem tumores, tais como a leucemia, mas, tal como em outros cânceres, há uma reprodução incontrolada e indesejada de células (leucócitos ou eritrócitos, no caso da leucemia).
CAUSAS DO CÂNCER:
Não são, ainda, completamente conhecidas; algumas foram identificadas. Em alguns casos a modificação do DNA parece ser a responsável pela alteração do crescimento normal da célula. O patologista americano Rous mostrou, em 1911, que um vírus era capaz de induzir câncer em galinhas. Esta descoberta lhe rendeu o Prêmio Nobel de Medicina em 1966. Outros vírus foram relacionados com o surgimento de câncer, tais como o vírus da Hepatite B, que causa câncer no rim.
Muitos compostos químicos, também, podem induzir a formação de tumores cancerígenos e, dentre estes, destacam-se o benzopireno (que existe no alcatrão dos cigarros) e a aflatoxina B1 (presente no mofo do amendoim).

Benzopireno

Aflatoxina B1


Tumor Maligno - Adrenocarcinoma

A QUIMIOTERAPIA:
Os agentes químicos para o tratamento de câncer são chamados de antineoplásticos.
São baseados no fato de que as células cancerígenas crescem mais rápido de que as células normais. Algumas células, porém, também crescem rapidamente: os folículos capilares, o epitélio intestinal, células do sistema imunológico. Os antineoplásticos possuem efeitos colaterais sobre todas as células do organismo que apresentam crescimento acelerado.
Um dos primeiros antineoplásticos utilizados foi o Mecloroetamina, um agente alquilante, utilizado como arma química na primeira guerra mundial. Os cientistas observaram que os principais danos causados por esta droga nos soldados afetados foram sobre as células de rápido crescimento, tal como epitélio intestinal e tecido linfático. Esta descoberta levou os cientistas a utilizarem o Mecloroetamina no tratamento do câncer e, hoje, no mínimo 10 cânceres podem ser tratados com este antineoplástico, tal como Hodgkin's disease e o linfosarcoma.
 

 

QUIMIOTERÁPICOS

O agente quimioterápico ideal mataria as células cancerígenas e seria inofensivo às células sadias. Nenhum agente quimioterápico, por enquanto, atende a estes critérios, e os mais efetivos são também os mais tóxicos para os humanos e, portanto, precisam ser cuidadosamente controlados quando ministrados aos pacientes.

Os quimioterápicos são agentes capazes de perturbar ou inibir a divisão (crescimento) das células.

Existem três fontes principais de agentes quimioterápicos:
 

  • Substâncias químicas sintéticas
     
  • Produtos produzidos por micro-organismos
     
  • Plantas
     
  •               MODO DE AÇÃO
    a) agentes alquilantes: foram as primeiras drogas utilizadas no tratamento do câncer e, apesar de sua toxidade, constituem a base de qualquer tratamento quimioterápico.
    Os agentes alquilantes são extremamente reativos e ligam-se facilmente a grupos fosfatos, aminos, hidroxilas e imidazólicos, que são encontrados nos ácidos nucléicos. Estes agentes afetam tanto as células cancerígenas como as sadias - eles podem quebrar a cadeia do DNA ou formar pontes entre as cadeias do ácido nucléico, impedindo a duplicação do DNA e causando a morte da célula (citotoxidade). Estes agentes causam vômitos, diarréia e uma grande diminuição no número de glóbulos brancos e vermelhos no sangue, deixando o organismo debilitado, incapaz de combater uma infecção.

     


    Cisplatina

     

    É o único antineoplástico que contém um metal pesado. Os cloretos ligados ao metal podem ser facilmente substituidos por grupos aminos

    Cisplatina reage com os amino ácidos guanina para formar pontes através da dupla hélice do DNA e impede a duplicação do DNA, essencial para a divisão da célula.



    b) agentes antimetabólitos: São antineoplásticos estruturalmente semelhante aos compostos naturais encontrados em nosso organismo, como amino ácidos, precursores do DNA, vitaminas, etc.. Afetam o funcionamento celular, impedindo ou dificultado sua reprodução.
     



    Hadacidina

    inibe a duplicação do DNA por interferir na síntese da adenosina
     

    Na biosíntese da adenosina, o ácido aspártico atua como
    uma fonte do grupo amino C-6.


    Hadacidina é estruturalmente semelhante ao ácido aspártico, e liga-se fortemente à enzima responsável pela catálise desta reação de transeferência de amina, impedindo a formação da adenosina.


    c) hormônios: Cânceres de mama e de órgãos genitais são tratados com hormônios. Estes tecidos requerem hormônios, tais como androgenos, progestinas e estrogenos, para crescimento e desenvolvimento. Os antineoplásticos hormonais limitam a ação destes hormônios naturais. São extremamente específicos e somente funcionam com certos tipos de câncer.
     



    Estrogenos são necessários para o crescimento e desenvolvimento das células nas mamas femininas. Tamoxifen interage com o sítio receptor do estrogeno, impedindo sua absorção e, portanto, interferindo no crescimento do tumor cancerígeno.


    d) fotoquimioterapia: foi primeiramente usada pelos egípcios, há 4.000 anos atrás, para ajudar a reduzir os efeitos da leucoderma (vitiligo), onde pedaços da pele perdem a pigmentação. Extratos de plantas eram administrados oralmente e, então, o paciente era exposto à luz do sol. Isto fazia com que a pigmentação voltasse a sua pele. Os egípcios sabiam que tanto as plantas como a luz do sol eram necessárias para o tratamento: de alguma maneira, a radiação ativava os antineoplásticos.

     

    O ingrediente ativo das plantas utilizadas era o
    8-metóxipsoralen. Investigações modernas mostram que os psoralenos reagem com a luz UV e, então, ligam-se ao DNA.


    saiba mais:
    Informações sobre Câncer
    Dados de vários Quimioterápicos
    Instituto de Pesquisa sobre o Câncer
     

    A Incrível História da
    Droga Maravilha

    Registrada sob a patente no. 36433 de Berlim, em 1899, a aspirina superou gerações e continua sendo a droga mais utilizada no combate a dor - e a cada ano surgem mais indicações para este fármaco!


    Está na Bíblia, em Levíticus: as folhas e galhos do salgueiro que nasce nos riachos são medicinais. Há 2400 anos, Hipócrates já recomendava folhas de salgueiro para doenças e trabalhos de parto. Hoje, a aspirina - ácido acetilsalicílico - é a droga mais popular em todo o mundo. Estima-se que já tenha sido consumido 1 x 1012 tabletes de aspirina. A cada ano, 50.000 tabletes de aspirina são vendidos mundialmente - isto sem contar as outras formas com que o AAS aparece no mercado, quer seja em outras marcas da aspirina ou, ainda, com outros analgésicos, cafeína ou vitamina C.

     

    aspirina: TIMELINE
    ~3000 AC: Deus aconselha Moisés a usar as cascas e folhas do salgueiro
    400 AC: Hipócrates recomenda folhas de salgueiro para doenças dos olhos e parto
    50 AC: Caius Plinius Secundus lista muitos usos terapêuticos das folhas do salgueiro
    1763
    Primeira descrição do efeito antipirético da casca do salgueiro, por Edward Stone
    1822: Descoberto os efeitos nocivos do ópio, remédio, até então, mais utilizado contra a febre
    1828: J. Buchner isolou cristais de salicin
    1838: Raffaele Piria separou o salicin num acúcar (glucose) e salicilaldeído; converteu este, então, ao ácido salicílico.
    1853:
    Charles Gerhardt descobriu a estrutura química do ácido salicílico. Reagindo este ácido com cloreto de acetila ele sintetizou o ácido acetil salicílico, pela primeira vez na humanidade.
    1860 H. Kolbe consegue sintetizar o ác. salicílico, partindo do fenol (síntese de Kolbe)
    1877: O ác. salicílico sintético já é um campeão de vendas em Londres
    1897 Felix Hoffmann sintetiza o AAS, simplificando o método de Gerhardt.
    1898: Bayer testa a nova droga com 50 pacientes - todos disseram que a droga era extremamente eficaz.
    1899 A Bayer consegue a patente do produto, registrada em março. A Bayer envia um folder sobre a aspirina para 3000 médicos europeus - foi a primeira "mala-direta" da história!
    1900
    Lançado o primeiro remédio na forma de tabletes - a aspirina!
    1906: A imprensa da época chama a aspirina de "The Wonder Drug".
    1914: O governo inglês oferece 20.000 libras para o primeiro cientista que fornecesse uma síntese alternativa da aspirina (fugindo da patente da Bayer)
    1915:
    George Nicholas ganha o prêmio, e é lançado o ASPRO, a aspirina inglesa.
    1922:
    O poeta Bastos Tigre lança o slogan "Se é Bayer, é bom"
    1930: A invenção do gastroscópio mostrou lesões, no estômago, provocadas pela aspirina.
    1969 Primeira equipe a descer na Lua leva o remédio na bagagem
    1971 Médico americano, o Nobel John Vane descobre como funciona a droga
    1989 O americano C. Hennekens prova que o princípio ativo pode prevenir males do coração
    1999: No mundo inteiro, comemora-se os 100 anos da aspirina
     

    "Uma mistura preparada com 50 partes de ácido salicílico e 75 partes de anidrido acético é aquecida por cerca de 2 horas a cerca de 500 C num balão de refluxo. Um líquido claro é obtido do qual, quando resfriado, é extraído uma massa cristalina, que é o ácido acetilsalicílico. O excesso de anidrido acético é extraído por pressão e o ác. acetilsalicílico é recristalizado em clorofórmio seco." Estas foram as anotações do caderno de Felix Hoffmann, um químico da Bayer, que, em 1897, sintetizou o AAS a partir do ác. salicílico. A Bayer mandou o produto para testes médicos e os resultados foram impressionantes.
     


    Aspirina Forte = AAS + Cafeína


    Ao lançar o produto no mercado (mesmo sem patente, ainda), Bayer mandou um livreto de 200 páginas para 30.000 médicos europeus, mostrando as vantagens da nova droga. Foi o primeiro evento de mala-direta da história. Em 1899, finalmente, a Bayer obteve a patente do produto. A aspirina logo ganhou muitos adeptos, mas tinha uma desvantagem - era pouco solúvel em água e sua forma comercial era em pó. Mais uma inovação da Bayer: para resolver o problema, aspirina passou a ser vendida em tabletes. Foram os primeiros tabletes da história da medicina!

     


    A maior caixa de Aspirina do mundo:
    120 metros de altura!
    Em Leverkusen , Alemanha.

     

    Hoje o maior uso da aspirina é no combate de cardiopatologias e doenças cardiovasculares. Além disso, a aspirina é utilizada no tratamento de câncer, diabetes, mal de Alzheimer e migrainas.
     

    Aspirina: ORIGEM DO NOME

    "A" = acetyl
    "SPIR" = ácido spireico, um composto derivado da planta Spiraea ulmaria, e quimicamente idêntico ao ácido acetilsalicílico. Uma lenda diz que o nome vem do Santo Aspirinus, que era o Bispo de Nápolis, e o padroeiro das dores de cabeça.


    Seu maior efeito colateral é a agressão ao trato gastrointestinal. Scruton adicionou CaCO3 ao AAS, tamponando a aspirina. Isto também foi feito com MgO e MgCO3. A tamponação da aspirina mostrou-se eficaz na diminuição da agressão gastrointestinal. Outra idéia foi a encapsulação da aspirina com uma fina membrana de etil celulose, impedindo que o AAS fosse dissolvido no estômago, mas somente no intestino.


     


    Mesmo em um mercado altamente competitivo, e com inovações tecnológicas aparecendo a cada dia, a aspirina continua como líder absoluto de seu segmento, e suas vendas aumentam a cada ano. Este fármaco merece, sem sobra de dúvida, o título dado pela revista americana Newsweek: "A Droga Maravilha".

     

    aspirina://VIDE-BULA:
    MECANISMO DE AÇÃO: a aspirina interfere na síntese da prostaglandina (o hormônio responsável pela dor e inflamação) por inibir a enzima ciclooxigenase. Os efeitos antipiréticos resultam da inibição da síntese da prostaglandina no hipotálamo. A aspirina também aumenta a vasodilatação e o suor. A inibição da ciclooxigenase também resulta numa diminuição da agregação de plaquetas no sangue, prolongando o sangramento.
    FARMACOCINÉTICA: a aspirina é rapidamente absorvida no trato gastrointestinal. O fármaco é parcialmente hidrolizado para o salicilato na primeira passagem pelo fígado e amplamente distribuida pela maioria dos tecidos. Efeitos tóxicos relevantes somente ocorrem de a dosagem for maior que 400mg/ml de sangue. A aspirina é metabolizada para salicilato (99%), e o tempo de meia-vida na eliminação é de 15 minutos.
    Salicilato e seus metabólitos são excretados primariamente pelos rins.

    CONTRAINDICAÇÕES: não deve ser administrada em crianças com varicela (pode provocar a síndrome de Reye).
    Pode prolongar hemorragias, pois inibe a coagulação plaquetária; não deve ser ministrada a pacientes com hemofilia. Pode agravar casos de úlcera gástrica ou péptica. Se consumida com álcool, regularmente, pode vir a provocar ulcerações.
    aspirina:// A DOR:

    A dor é a parte mais importante do sistema de alarme de nosso corpo que chama nossa atenção
    para qualquer distúrbio de saúde ou ferimento. Distribuido ao longo de nosso corpo, estão milhares de minúsculos terminais nervosos, que são sensíveis estímulos mecânicos, elétricos, térmicos e químicos. A substância química capaz de estimular estes terminais é a prostaglandina, cuja biossíntese é inibida pela aspirina.
     
         
     
       

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    Este site foi atualizado em 18/01/11