PROFESSOR

PAULO CESAR

PORTAL DE ESTUDOS EM QUÍMICA
 

DICAS PARA O SUCESSO NO VESTIBULAR: AULA ASSISTIDA É AULA ESTUDADA - MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL E O CONDICIONAMENTO FÍSICO - FIXAR O APRENDIZADO TEÓRICO ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS.

Home
Grafeno
Crise Financeira
Hidratos de Carbono
LHC
Bactéria GFAJ
Sperbactérias KCP
Como as cinzas prejudicam os aviões
Ônibus a Hidrogênio
Superátomos
O que os Faraós Bebiam
Metal Orgânico
Microondas no Laboratório de Química
Pré-Sal
Elementos Pseudo-metálicos
Crise Nuclear na Coreia
Crédito de Carbono
Reforma Ortográfica
Novo ENEM
Gripe Suína
Água Seca
Balança mais sensível do mundo
Chuva Seca
Adoçantes Artificiais
Estato Gasoso
Por que a água sanitária desinfeta
Adrenalina
Água
Antibióticos
Ácido Desoxirribonucleico
Armas Químicas
Armas Biológicas
Armas Nucleares
Bafômetro
Bicabonato de Sódio
Biodiesel
Bronzeamento Artificial
Bioquímica das Células
Botulismo
Cálculos em Química por Análise Dimensional
Células Tronco
Clonagem
Colesterol
Combustíveis
Ciclos Biogeoquímicos
Cristais Líquidos
Curiosidades_químicas.htm
Desodorantes
Etanol
Fenilcetonúria
Química do Vagalume
Neuroquímica
Vida
Ecstasy
Moléculas que matam
Coca Cola Diet x Bala Mentos
Química do Beijo
Novo Tipo Ligação Química
Datação do C 14
Bioquímica da Arteriosclerose
Equilíbrio Ácido Base no Sangue
Sabão Molécula Intrigante
Cafeína
Vírus
Feromônios
Benzeno
Corantes
Nicotina
Polônio
Leptina
Raio X
Polímeros: A era dos plásticos
Vacinas Comestíveis
Química Combinatória
Gás Hélio
Sangue Artificial
Surfactantes e Micelas
Química do Cabelo
Elementos Químicos
Química Medicinal
Explosivo C4
THC
Notícias Quânticas
Forças Intemoleculares
Gás Carbônico
Biotecnologia
Química das Aranhas
Vitaminas
Moléculas Quirais
Carboidratos
Colesterol II
Lipídios
Proteínas
Química do Sorvete
Química do Vinho
Química na Cozinha
Quimioterapia
Dicionário de Química
Diet ou Light?
Fique Por Dentro
Química das Aranhas
Gráficos
Grandes Nomes da Ciência
Histórico da Química
Lâmpadas Fluorescentes
Meio Ambiente
Mol
Os Segredos da Mumificação
Perguntas Superinteressantes
Química do Cigarro
Química do Cotidiano
Tratamento da Água
Salmonella
Pilhas e Baterias
Polímeros Condutores de Eletricidade
Umidade Relativa do Ar
Viagra
Vitaminas e Minerais

 

GRIPE SUÍNA

              

                        Moradores da Cidade do México                                 Represetação do vírus H1N1

 

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A GRIPE SUÍNA?

Veja alguns dados importantes sobre a gripe suína e entenda melhor o mecanismo desta doença

Porém, muito está sendo dito nos meios de comunicação, muitos termos técnicos sobre o vírus invadem a mídia e a população, pra variar, fica confusa, sem as informações realmente importantes.

O porco é o reservatório natural desta nova linhagem de vírus da gripe.

Conheça, então, algumas informações relevantes que todos deveriam saber sobre esta doença:

 

1) O que é a gripe?

A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus Influenza e que pode ter três tipos: A,B e C, sendo o tipo A o mais sujeito a mutações e, por consequência o tipo de vírus de gripe mais preocupante e que mais prejuízos traz à saúde humana. O Influenza é um vírus que apresenta RNA como material genético e sua cápsula protéica externa é formada principalmente por duas proteínas muito importantes, a Hemaglutinina (H) e Neuraminidase (N), cuja função é ajudar o vírus a se acoplar às células que irá parasitar para se reproduzir.

Representação artística do vírus Influenza A (H1N1). Note o arranjo das proteínas na parte externa da cápsula 
 

A identificação do tipo de vírus é feita de acordo com os diferentes tipos destas proteínas em cada vírus, por isso as linhagens do Influenza são nomeadas pelas letras HN, como H1N1, H3N2, H5N1, etc.

 Micrografia de transmissão eletrônica do vírus Influenza H1N1 do tipo A.

 

2) Qual a característica desta gripe suína?

O vírus Influenza H1N1 tipo A é o responsável pelo surto atual de gripe no México e está sendo chamado de “gripe suína” pois o RNA viral possui trechos iguais ao H1N1 que afeta os porcos, além de ter traços também do RNA viral da linhagem das aves e da linhagem humana. Tudo indica que houve o que os biólogos denominam de “shift”, quando dois vírus Influenza de linhagens diferentes entram numa célula, misturam seu material genético e se recombinam criando uma linhagem nova, totalmente estranha ao nosso sistema imunológico, fazendo com que as vacinas não funcionem. E são justamente as células dos porcos e das galinhas que são responsáveis por intermediar essa recombinação dos vírus da gripe.

 

3) Por que o atual surto de gripe suína é perigoso?

Como foi citado, a recombinação viral ocorrida nos porcos e nas aves gera variedades novas e estranhas ao nosso sistema imunológico e por isso mesmo a ocorrência de uma epidemia é tão preocupante pois não há tempo hábil para se desenvolver uma vacina que seja eficaz rapidamente. A Organização Mundial de Saúde alerta que outro fator preocupante é a agressividade do vírus que tem atacado pessoas jovens com o sistema imunológico forte, ao contrário da maioria das epidemias de gripe que afetam principalmente crianças e idosos.

 

4) Existe risco de pandemia de gripe suína?

A pandemia ocorre quando se perde o controle sobre o surto de uma doença e esta se espalha por todo o mundo. Quando uma nova cepa de gripe começa infectar pessoas e quando ela adquire a capacidade de passar de pessoa a pessoa, ela pode iniciar uma pandemia. A última pandemia foi registrada em 1968 e matou cerca de 1 milhão de pessoas.
A OMS trabalha com uma escala mundial de epidemias que vai de 1 a 6. Atualmente estamos no nível 3, pois o surto está controlado e a transmissão pessoa a pessoa é baixa. Porém, tudo indica que a epidemia deva crescer ainda, pois chegamos a níveis insustentáveis de densidade populacional em algumas regiões e o controle de epidemias é muito difícil. As autoridades de saúde de todo o mundo devem estar em alerta e os governos devem dispor de todo seu arsenal preventivo para evitar uma pandemia de gripe, o que seria desastroso principalmente para a população mais carente.

 

5) O vírus já chegou ao Brasil?

Não há registros da entrada do vírus no Brasil e o Ministério da Saúde já está tomando as medidas necessárias para impedir a entrada do vírus no país e colocou equipes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) nos aeroportos que controlarão os passageiros vindos do México e dos Estados Unidos.

Por isso, não há motivo para pânico!

 

6) Existe risco de infecção por ingestão de carne suína?

Não! Os especialistas afirmam ser praticamente improvável a infecção pela ingestão de carne de porco ou de qualquer um de seus produtos derivados. A veiculação do vírus é pelas vias aéreas e ele se dissemina através do contato com secreções de pessoas contaminadas.

 

7) Existe tratamento para este tipo de vírus?

Não existem muitos medicamentos antivirais eficazes, pois os vírus facilmente se tornam resistentes a essas drogas e os remédios que existem são caros e não estão acessíveis para a maioria da população. Como os vírus da gripe sofrem mutações frequentes, a criação em tempo hábil de uma vacina que faça efeito e que possa ser aplicada em toda a população também não é um processo simples de ser feito.

 

8) As pessoas podem se prevenir de alguma forma?

Primeiramente, repetindo, não se deve entrar em pânico!
Entretanto, existem alguns procedimentos básicos que podem diminuir as chances de você adquirir qualquer tipo de gripe:

Evite aglomerações de pessoas, lugares fechados e sem ventilação.
Aumente a frequência de lavagem das mãos, principalmente se estiver gripado. Está é uma das principais formas de disseminação da gripe.
Use lenços descartáveis e, após espirrar, jogue-o fora.
Evite tocar os olhos, nariz ou a boca com as mãos.
Evite contato com pessoas gripadas.
Não se automedique, procure sempre orientação médica.
Evite sair de casa se estiver gripado.
Evite viajar para os países com casos confirmados de gripe suína.

 

9) Quais os sintomas da gripe suína?

Os sintomas são praticamente os mesmos de uma gripe comum: febre repentina, tosse, fortes dores musculares e de cabeça, cansaço extremo, irritação nos olhos e secreção nasal. No surto atual de gripe suína os pacientes também apresentam diarréia e vômitos.

 

10) Resumindo temos...

 

Saiba mais....

O que significa a sigla A (H1N1), atribuída

ao vírus da “gripe suína”?

O vírus da influenza (gripe)  é uma  partícula esferoidal revestida por  um  envelope ddupla camada lipídica,  provenientda  membrana plasmática da célula em qufoi produzido. Dois tipos despículas projetam-se para  fordsuperfície do envelope: um  deles é  formado pela proteína hemaglutinina (H) e o outro pela proteína neuraminidase (N). Em um único rus, há cerca de 500 espículas H e 100 N. Abaixo do envelope há uma  camada de proteína da matriz, que envolve  o nucleoca-psídeo, conjunto qucontém o material genético (8 segmentos de  RNA)  e tamm diversas proteínas.

A  infecçãpel víruacontece quando espículas H ligam-se a receptores específicos da membrana plasmática dacélulas hospedeiras. Apó a  ligação,  o vírus entra na  célulpor endocitose e seu  material genético é liberado no citoplasma. A estrutura celular é mobilizada para a produção dcópias dvírus, que  “brotam da membrana plasmática, levando consigo um  envelope formado potrechos dessa membrana. (A destruição das células epiteliais respiratórias o  se deve  diretamente ao ciclo viral, mas a uma  resposta imune do organismo, após  reconhecer qutais  células foram infectadas.)

As proteínas H e N fundamentais ninfecção.  É por meio  da proteína H que ocorre o reconhecimento e a ligação à célula hospedeira. A proteína N atua  em pelo menos dois  eventos cruciais:

1. Para chegar às células hospedeiras, o vírus deve atravessar uma  camada dmuco protetor, produzido pelo sistema respiratório, com grande quantidade de proteínas que se ligam  às espículas H. A proteína N é uma  enzima qucatalisa o rompimento dessa ligação, liberando o vírus para que atravesse o muco e atinja as células.

2. Quando novos vírus “brotam da membrana plasmática, eles  permaneceriam ligados a elpelas espículas H, se o fosse pela atuação da enzima N, que  catalisa o rompimento dessa ligação e libera  os vírus.

Ovários vírus da  influenza o  classificados  em três tipo A, B e C, de acordo com  a composição química de  proteínas internas (proteína da matriz e proteínas do nucleocapsídeo). Assim, os vírus de cada  tipo  compartilham antígenos que o existem nos  outros dois  tipos. Vírus  B e  C infectam apenas humanos. Entre  os vírus A, há os que infectam humanos, os que infectam outras espécies de mamíferos e os que  infectam aves.

Os vírus do tipo A o divididos em subtipos, conforme a composição química das espículas ex- ternas,  H e N. Já foram  descritas 15 variedades de hemaglutinina (H1 até H15) e 9 de neuraminidase (N1  até  N9) Ninfluenza humana ocorrem somente H1 a H3 e N1 e N2. Assim, por exemplo, há vírus humanos H1N1,  H2N2  e H3N2. Os subtipos aviários ocorrem ediversas combinações.  surto de  gripe  aviária que figurou nas  manchetes em 2005, por exemplo, foi de H5N1.

 

Como atuam as duas drogas que reduzem o progresso da infecção pelo A (H1N1)?

 

O oseltamivir e o zanamivir são inibidores de uma enzima importante no ciclo  viral

vírus da  “gripe suína tem  um  diâmetro aproximado d100 nm.  De sua superfície projetam-se cerca  de 600 espículas proteicas, cada  uma com  cerca  de 10 nde comprimento. Mais  de 3/4 delas o  da  proteína hemaglutinina e as demais da proteína neuraminidase, ou sialidase.*

O vírus se fixa à superfície de uma  célula hospedeira do sistema respiratório (num primeiro passo para  adentrá-la e infectá-la) pomeio  da ligação entre espículas de hemaglutinina e receptores específicos existentes nmembrana plasmática, longas moléculas contendo uma extremidade dácido siálico (ou ácido N-acetilneuramínico). Para chegar até  uma  célula hospedeira, o vírus deve  atravessar uma camada de muco protetor, rico em glicoproteínas (proteínas associadas a carboidratos) e glicolipídios (lipídios associados a carboidratos) que m extremidades de ácido siálico. A ligação das espículas de hemaglutinina do vírus com essas extremidades aprisionaria o vírus nesse muco. Aí  entra em  cena  a neuraminidasviral. Ela  atua  como  enzima na hidrólise da extremidade de ácido  siálico, o que libera o vírus para  chegar às células hospedeiras.

A atividade catalítica dneuraminidase tamm  é importante quando novos vírus produzidos dentro duma  célula estão  prontos para  deixá-la. Ao sair,  esses  novos vírus ficariam aderidos aos receptores de ácido siálico da membrana plasmática. Mas isso o ocorre, graças à hidrólise dessas extremidades de ácido siálico sob ação da neuraminidase.

Os dois  únicos fármacos recomendados pela OMS para  atenuar a infecção pelo  A (H1N1 o o oseltamivir (comercializadcomo  Tamiflu®) e o zanamivir (comercializado como Relenza®). O primeiro é administrado oralmente e o segundo por inalação. A utilização dtais  fármacos deve  ser realizada estritamente so orientação e supervio  médica. No s  passado, a OMenviou carregamentos de oseltamivir para   72  países, em quantidade para  tratar 2,4 milhões de pacientes.

      

As moléculas de oseltamivir e de zanamivir m  certa  semelhança tridimensional com  de ácido siálico e interagem eficientemente com  a neuraminidase,  ligando-se ela  inibindo sua atividade catalítica. Assim, esses  fármacos comprometem as etapas do ciclo  viral  que dependem dneuraminidase, reduzindo o progresso dinfecção  e dando maiores condições para  que as defesas  do organismo combatam o vírus.

 

Home | Grafeno | Crise Financeira | Hidratos de Carbono | LHC | Bactéria GFAJ | Sperbactérias KCP | Como as cinzas prejudicam os aviões | Ônibus a Hidrogênio | Superátomos | O que os Faraós Bebiam | Metal Orgânico | Microondas no Laboratório de Química | Pré-Sal | Elementos Pseudo-metálicos | Crise Nuclear na Coreia | Crédito de Carbono | Reforma Ortográfica | Novo ENEM | Gripe Suína | Água Seca | Balança mais sensível do mundo | Chuva Seca | Adoçantes Artificiais | Estato Gasoso | Por que a água sanitária desinfeta | Adrenalina | Água | Antibióticos | Ácido Desoxirribonucleico | Armas Químicas | Armas Biológicas | Armas Nucleares | Bafômetro | Bicabonato de Sódio | Biodiesel | Bronzeamento Artificial | Bioquímica das Células | Botulismo | Cálculos em Química por Análise Dimensional | Células Tronco | Clonagem | Colesterol | Combustíveis | Ciclos Biogeoquímicos | Cristais Líquidos | Curiosidades_químicas.htm | Desodorantes | Etanol | Fenilcetonúria | Química do Vagalume | Neuroquímica | Vida | Ecstasy | Moléculas que matam | Coca Cola Diet x Bala Mentos | Química do Beijo | Novo Tipo Ligação Química | Datação do C 14 | Bioquímica da Arteriosclerose | Equilíbrio Ácido Base no Sangue | Sabão Molécula Intrigante | Cafeína | Vírus | Feromônios | Benzeno | Corantes | Nicotina | Polônio | Leptina | Raio X | Polímeros: A era dos plásticos | Vacinas Comestíveis | Química Combinatória | Gás Hélio | Sangue Artificial | Surfactantes e Micelas | Química do Cabelo | Elementos Químicos | Química Medicinal | Explosivo C4 | THC | Notícias Quânticas | Forças Intemoleculares | Gás Carbônico | Biotecnologia | Química das Aranhas | Vitaminas | Moléculas Quirais | Carboidratos | Colesterol II | Lipídios | Proteínas | Química do Sorvete | Química do Vinho | Química na Cozinha | Quimioterapia | Dicionário de Química | Diet ou Light? | Fique Por Dentro | Química das Aranhas | Gráficos | Grandes Nomes da Ciência | Histórico da Química | Lâmpadas Fluorescentes | Meio Ambiente | Mol | Os Segredos da Mumificação | Perguntas Superinteressantes | Química do Cigarro | Química do Cotidiano | Tratamento da Água | Salmonella | Pilhas e Baterias | Polímeros Condutores de Eletricidade | Umidade Relativa do Ar | Viagra | Vitaminas e Minerais

Este site foi atualizado em 22/07/10