PROFESSOR PAULO CESAR |
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Construção e interpretação de gráficos tipo linha
Imagem
Objetivos
Construção
Exemplo: Vamos considerar os valores da média diária de páginas acessadas num determinado site.
No eixo OY vamos marcar os valores com uma escala
que nos permite um boa visualização do gráfico. No eixo OX marcamos os meses observados. Em seguida marcamos os pontos. Construímos o gráfico unindo os pontos por meio de segmentos de reta ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.
Exemplo: Vamos considerar os valores da média diária de arquivos acessados e de hits realizados num determinado site.
No eixo OY vamos marcar os valores com uma escala
que nos permite um boa visualização do gráfico. No eixo OX marcamos os meses observados. Em seguida marcamos os pontos. Construímos o gráfico unindo os pontos por meio de segmentos de reta ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.
Exemplo: Um corpo é lançado a partir do solo com uma velocidade vo vertical de baixo para cima. Considerando a aceleração da gravidade igual a g e desprezando a resistência do ar a altura h do corpo a cada instante t é dada pela função h = vo t - 0,5 g t2 A função do segundo grau será representada por uma parábola, tabulada como abaixo.
Exemplo: Duas molas A e B de constantes elásticas respectivamente iguais a k e 2k são deformadas de x. A energia potencial elástica armazenada pelas molas são EPA=1/2 k x2 e EPB = 1/2 2k x2 . As funções do segundo grau serão representadas por parábolas.
Propriedades
Taxa de variação A taxa de variação das grandezas representadas no eixo OY é avaliada pela inclinação da tangente à curva.
Taxa de variação média Marcamos os pontos entre os quais queremos determinar a taxa de variação média. traçamos a secante que passa pelos pontos e determinamos as variações de x e y conforme o desenho.
Exemplo: Uma embarcação em teste de mar é acelerada a partir do repouso. O seu deslocamento a partir da posição inicial é marcado num gráfico por pontos, sendo ajustada uma linha conforme mostra a figura. Vamos determinar a taxa de variação de sua posição, ou seja a sua velocidade média no intervalo entre 1minuto e 4 minutos.
Taxa de variação instantânea Marcamos dois pontos muito próximos entre os quais queremos determinar a taxa de variação instantânea. Traçamos a secante ( linha azul tracejada ) que passa pelos pontos. Deslocamos a secante paralelamente até que seja uma tangente ( linha azul contínua ). Determinamos a coordenada x ( x = a ) correspondente ao ponto de tangência. Como a inclinação da tangente é a mesma da secante, a taxa de variação no ponto de coordenada x = a é igual à taxa de variação média definida pela secante.
Exemplo: Vamos considerar o exemplo anterior, onde uma embarcação em teste de mar é acelerada a partir do repouso. O seu deslocamento a partir da posição inicial é marcado num gráfico por pontos, sendo ajustada uma linha conforme mostra a figura. Vamos determinar a taxa de variação de sua posição, ou seja a sua velocidade instantânea num momento do intervalo entre 1minuto e 4 minutos.
Taxa de variação média Consideremos a função y = f ( x ), vamos determinar a taxa de variação média no intervalo [ x1 ; x2 ] Calculamos y1 = f ( x1) e y2 = f ( x2). A taxa de variação média igual a razão (y2 - y1) / (x2 - x1)
Exemplo: Uma pequena turbina foi projetada para realizar uma força de impulso F durante os primeiros 10 minutos de funcionamento.
Taxa de variação instantânea
Consideremos a função y = f ( x ), vamos
determinar a taxa de variação instantânea para x = a.
Exemplo: Uma pequena turbina foi projetada para realizar uma força de impulso F durante os primeiros 10 minutos de funcionamento.
Área entre a curva e o eixo OX
É importante observar que a área entre a curva e o
eixo OX muitas vezes não tem nenhum significado físico. Nestes casos a
determinação da área é um trabalho inútil.
Exemplos:
Obtido o gráfico traçamos um quadriculado. Determinamos o valor da área de cada quadrícula. Contamos o número de quadrículas no interior da área a ser determinada, que multiplicado pela área de cada quadrícula resulta o valor da área entre a curva e o eixo OX.
Exemplo:
Obtido o gráfico da função matemática y = f ( x ). Calculamos a área pela integral entre os limites considerados ou pela área da figura geométrica formada.
Exemplos:
1) Consideremos 1 mol de hidrogênio evoluindo
isotermicamente a uma temperatura de 27 graus Celsius.
2) Um automóvel freia com uma aceleração constante a partir de uma velocidade de 20 m/s, parando em 150 segundos. O deslocamento do automóvel durante a frenagem é representado pela área do triângulo formado entre a linha e o eixo dos tempos.
3) Um gás evolui ciclicamente como mostra a figura. O trabalho realizado pelo gás durante um ciclo é representado pela área interna do ciclo.
Este site foi atualizado em 04/03/19 |
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