PROFESSOR

PAULO CESAR

PORTAL DE ESTUDOS EM QUÍMICA
 

DICAS PARA O SUCESSO NO VESTIBULAR: AULA ASSISTIDA É AULA ESTUDADA - MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL E O CONDICIONAMENTO FÍSICO - FIXAR O APRENDIZADO TEÓRICO ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS.

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Construção e interpretação de

gráficos tipo linha

   

 

Imagem 

 

linha única
marcada por pontos

várias linhas
marcadas por pontos

linha única
contínua

várias linhas
contínuas

 

 

Objetivos

 

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Gráficos de linha única marcada por pontos
Representar a evolução dos valores das diversas categorias

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Gráficos de várias linhas marcadas por pontos
Representar a evolução dos valores de séries diferentes de diversas categorias
Comparar os valores de séries diferentes de uma mesma categoria.

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Gráficos de linha única contínua
Representar a evolução dos valores das diversas categorias
Determinar a taxa de variação dos valores
Avaliar a evolução da taxa de variação dos valores
Determinar a área compreendida entre a linha e o eixo das categorias (eixo OX) e o seu significado.

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Gráficos de várias linhas contínuas
Os mesmos objetivos dos gráficos de linha única comparando os valores de séries diferentes de uma mesma categoria.

 

 

Construção

 

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Gráficos de linha única marcada por pontos
Marcamos sobre o eixo das categorias (eixo OX) todas as categorias cujos valores serão representados.
Tomamos o menor e o maior valor da série analisada. Marcamos sobre o eixo dos valores (eixo OY) numa escala compatível.
Marcamos os pontos correspondentes no plano XOY.
Unimos os pontos por meio de segmentos de retas ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.

 

Exemplo:

Vamos considerar os valores da média diária de páginas acessadas num determinado site.

 

Mês

JAN/09

FEV/09

MAR/09

ABR/09

MAI/09

JUN/09

Média diária de páginas acessadas

290

300

600

550

800

900

 

No eixo OY vamos marcar os valores com uma escala que nos permite um boa visualização do gráfico.
Tomamos a centena (200) imediatamente anterior ao menor valor dos acessos e a centena (1000) imediatamente superior ao maior valor dos acessos.
Marcamos 200 na origem do eixo dos valores e 1000 como maior valor. No intervalo marcamos as centenas e as meias centenas.

No eixo OX marcamos os meses observados.

Em seguida marcamos os pontos. Construímos o gráfico unindo os pontos por meio de segmentos de reta ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.

 

 

 

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Gráficos de várias linhas marcadas por pontos
Marcamos sobre o eixo das categorias (eixo OX) todas as categorias cujos valores serão representados.
Tomamos o menor e o maior valor das séries analisadas. Marcamos sobre o eixo dos valores (eixo OY) numa escala compatível.
Marcamos os pontos correspondentes no plano XOY.
Unimos os pontos por meio de segmentos de retas ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.

 

Exemplo:

Vamos considerar os valores da média diária de arquivos acessados e de hits realizados num determinado site.

 

Mês

JAN/09

FEV/09

MAR/09

ABR/09

MAI/09

JUN/09

Média diária de arquivos acessados

900

1700

3500

3800

5500

6500

Média diária de hits realizados

1200

2000

4100

4500

6300

7400

 

No eixo OY vamos marcar os valores com uma escala que nos permite um boa visualização do gráfico.
Tomamos o milhar (0) imediatamente anterior ao menor valor das séries acessos e o milhar (8000) imediatamente superior ao maior valor das séries.
Marcamos 0 na origem do eixo dos valores e 8000 como maior valor. No intervalo marcamos os milhares.

No eixo OX marcamos os meses observados.

Em seguida marcamos os pontos. Construímos o gráfico unindo os pontos por meio de segmentos de reta ou ajustamos uma curva aos pontos marcados.

 

 

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Gráficos de linha única contínua
Estudamos a variação da função matemática y = f (x) que vamos representar.
Marcamos sobre o eixo OX o intervalo dos valores de x que iremos considerar e sobre o eixos OY os valores de y correspondentes numa escala compatível.
Construímos o gráfico.

 

Exemplo:

Um corpo é lançado a partir do solo com uma velocidade vo vertical de baixo para cima. Considerando a aceleração da gravidade igual a g e desprezando a resistência do ar a altura h do corpo a cada instante t é dada pela função h = vo t - 0,5 g t2 

A função do segundo grau será representada por uma parábola, tabulada como abaixo.

tempo - t

0

vo / g

2vo / g

altura - h

0

0,5 vo2 / g
altura máxima

0

 

 

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Gráficos de várias linhas contínuas
Estudamos a variação das funções matemáticas y = f (x), g = f (x) etc... que vamos representar.
Marcamos sobre o eixo OX o intervalo dos valores de x que iremos considerar e sobre o eixos OY os valores de y, g etc... correspondentes numa escala compatível.
Construímos o gráfico.

 

Exemplo:

Duas molas A e B de constantes elásticas respectivamente iguais a k e 2k são deformadas de x. A energia potencial elástica armazenada pelas molas são EPA=1/2 k x2 e EPB = 1/2 2k x2 .

As funções do segundo grau serão representadas por parábolas.

 

 

 

Propriedades

 

Taxa de variação

A taxa de variação das grandezas representadas no eixo OY é avaliada pela inclinação da tangente à curva.

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Determinação da taxa de variação nos gráficos de linhas marcadas por pontos

 

Taxa de variação média

Marcamos os pontos entre os quais queremos determinar a taxa de variação média. traçamos a secante que passa pelos pontos e determinamos as variações de x e y conforme o desenho.

 

 

Exemplo:

Uma embarcação em teste de mar é acelerada a partir do repouso. O seu deslocamento a partir da posição inicial é marcado num gráfico por pontos, sendo ajustada uma linha conforme mostra a figura.

Vamos determinar a taxa de variação de sua posição, ou seja a sua velocidade média no intervalo entre 1minuto e 4 minutos.

 

 

Taxa de variação instantânea

Marcamos dois pontos muito próximos entre os quais queremos determinar a taxa de variação instantânea. Traçamos a secante ( linha azul tracejada ) que passa pelos pontos. Deslocamos a secante paralelamente até que seja uma tangente ( linha azul contínua ). Determinamos a coordenada x ( x = a ) correspondente ao ponto de tangência. Como a inclinação da tangente é a mesma da secante, a taxa de variação no ponto de coordenada x = a é igual à taxa de variação média definida pela secante.

 

 

 

Exemplo:

Vamos considerar o exemplo anterior, onde uma embarcação em teste de mar é acelerada a partir do repouso. O seu deslocamento a partir da posição inicial é marcado num gráfico por pontos, sendo ajustada uma linha conforme mostra a figura.

Vamos determinar a taxa de variação de sua posição, ou seja a sua velocidade instantânea num momento do intervalo entre 1minuto e 4 minutos.

 

 

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Determinação da taxa de variação nos gráficos de linhas definidas por uma função matemática

 

Taxa de variação média

Consideremos a função y = f ( x ), vamos determinar a taxa de variação média no intervalo [ x1 ; x2 ] Calculamos y1 = f ( x1) e y2 = f ( x2). A taxa de variação média igual a razão (y2 - y1) / (x2 - x1) 

 

 

Exemplo:

Uma pequena turbina foi projetada para realizar uma força de impulso F durante os primeiros 10 minutos de funcionamento.

 

 

Taxa de variação instantânea

Consideremos a função y = f ( x ), vamos determinar a taxa de variação instantânea para x = a.
Calculamos a derivada y' = f' ( x ), onde substituímos x por a. A taxa de variação será y1' = f' (a)

 

 

Exemplo:

Uma pequena turbina foi projetada para realizar uma força de impulso F durante os primeiros 10 minutos de funcionamento.

 

 

 

Área entre a curva e o eixo OX

É importante observar que a área entre a curva e o eixo OX muitas vezes não tem nenhum significado físico. Nestes casos a determinação da área é um trabalho inútil. 
Para verificar se a área tem significado físico, basta efetuar o produto da grandeza representada no eixo OY pela representada no eixo OX e analisar o resultado.

 

Exemplos:

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Eixo OY - deslocamento de um corpo
Eixo OX - tempo
O produto deslocamento x tempo nada significa fisicamente. A determinação da área é um trabalho inútil.

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Eixo OY - velocidade de um corpo
Eixo OX - tempo
O produto velocidade x tempo = deslocamento. A determinação da área é válida pois representa o deslocamento do corpo.

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Eixo OY - pressão de um gás
Eixo OX - volume do gás
O produto pressão x volume = trabalho. A determinação da área é válida pois representa o trabalho realizado pelo gás durante a evolução.
 

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Determinação da área nos gráficos de linhas marcadas por pontos

Obtido o gráfico traçamos um quadriculado. Determinamos o valor da área de cada quadrícula. Contamos o número de quadrículas no interior da área a ser determinada, que multiplicado pela área de cada quadrícula resulta o valor da área entre a curva e o eixo OX.

 

Exemplo:

 

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Determinação da área nos gráficos de linhas definidas por uma função matemática

Obtido o gráfico da função matemática y = f ( x ). Calculamos a área pela integral entre os limites considerados ou pela área da figura geométrica formada.

 

Exemplos:

1) Consideremos 1 mol de hidrogênio evoluindo isotermicamente a uma temperatura de 27 graus Celsius.
Vamos calcular o trabalho realizado pelo gás ao se expandir de 10 litros para 20 litros.
Sabemos que pV = nRT >>> pV = 1 x 0,082 x 300 >>> pV = 24,6

 

 

2) Um automóvel freia com uma aceleração constante a partir de uma velocidade de 20 m/s, parando em 150 segundos. O deslocamento do automóvel durante a frenagem é representado pela área do triângulo formado entre a linha e o eixo dos tempos.

 

 

3) Um gás evolui ciclicamente como mostra a figura. O trabalho realizado pelo gás durante um ciclo é representado pela área interna do ciclo.

 

 

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Este site foi atualizado em 04/03/19

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