PROFESSOR

PAULO CESAR

PORTAL DE ESTUDOS EM QUÍMICA

 

DICAS PARA O SUCESSO NO VESTIBULAR: AULA ASSISTIDA É AULA ESTUDADA - MANTER O EQUILÍBRIO EMOCIONAL E O CONDICIONAMENTO FÍSICO - FIXAR O APRENDIZADO TEÓRICO ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS.

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Saiba mais sobre crise nuclear na Coréia do Norte

Soldados norte-coreanos participam de evento para celebrar o sucesso do segundo teste nuclear realizado no país.

Fragilizado por desastres naturais e pela estagnação econômica, o regime comunista da Coreia do Norte tem utilizado o seu programa nuclear como forma de prevenir qualquer ataque ao país e para conseguir vantagens em negociações internacionais, principalmente depois que foi classificado, em 2002, como parte do "eixo do mal" --ao lado do Irã e do Iraque-- pelo então presidente americano George W. Bush (2001-2009).

No ano seguinte, o governo norte-coreano retirou o país do tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e anunciou que havia alcançado progressos técnicos no desenvolvimento de armas nucleares. No mesmo ano, no entanto, o país aceitou participar de negociações sobre o programa nuclear com a Coreia do Sul, China, Japão, Rússia e os Estados Unidos, mas abandonou as conversações em 2005.

Em 2006, a Coreia do Norte realizou seu primeiro teste nuclear, três meses após lançar vários mísseis, entre eles um Taepodong de longo alcance, mas, após a demonstração de força, retomou as negociações em dezembro. No ano seguinte, em troca de ajuda internacional e do descongelamento de fundos depositados no exterior, o governo norte-coreano concordou em começar o fechamento de seu reator nuclear e a permitir a volta de inspetores da ONU ao país.

Mas, desde então, o regime comunista tem utilizado ameaças de retrocesso na negociação como forma de mostrar a força da ditadura comunista e seu controle sobre o país, diante de notícias sobre problemas de saúde de Kim Jong-il.

Ver imagem em tamanho grandeO teste nuclear desta segunda-feira (25/05/2009) foi realizado novamente após o lançamento de um foguete --desta vez o Taepodong 2, com alcance para atingir o Alasca--, no último dia 5 de abril, mesmo com a proibição do Conselho de Segurança da ONU de qualquer teste desse tipo no país.

Os norte-coreanos diziam que se tratava de um teste de foguete espacial, mas EUA, Japão e Coreia do Sul avaliaram que o teste serviria para desenvolver a tecnologia do foguete que poderia ser utilizado em um ataque militar. Diante de pressão internacional e da ameaça de novas sanções, a Coreia do Norte expulsou no dia 14 de abril os inspetores estrangeiros que fiscalizavam a desativação de instalações nucleares.

No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores norte-coreano afirmou que o país rechaçava firmemente o documento da ONU que condenava o lançamento -sem impor novas sanções-- e disse que as conversas "entre os seis países [sobre a desnuclearização] não são mais necessárias". "Nós não participaremos nunca mais dessas discussões e não nos consideramos obrigados por nenhuma decisão adotada nessas instâncias".

No dia 24 de abril, o Conselho de Segurança reagiu congelando os fundos de três grandes empresas norte-coreanas e ameaçando com novas sanções. No dia seguinte, a Coreia do Norte anunciou tinha voltado a processar barras de combustível nuclear em sua principal usina atômica, com o objetivo de impulsionar seu poder contra as "forças hostis".

A aposta do regime comunista é alta. Cada passo à frente no programa nuclear e no desenvolvimento de mísseis é respondido por mais sanções, mas também serve de escudo para qualquer ação militar contra o país. Além, disso, sempre há a possibilidade de pedir mais ajuda internacional nas negociações seguintes, em troca de concessões secundárias que, como demonstra o teste desta segunda-feira, não incapacitam seu programa nuclear.

Campo de batalha do primeiro grande confronto militar da Guerra Fria, a Coreia acabou oficialmente divida em dois países, um sob influência soviética e outro na esfera americana, ao fim da guerra que durou de 1950 a 1953. O conflito, tecnicamente, nunca acabou, porque foi encerrado por um armistício, não por um tratado de paz.

A Zona Desmilitarizada no paralelo 38, que divide os dois países, tem mais de 1 milhão de soldados mobilizados em ambos os lados.

Leia a seguir, uma cronologia da crise nuclear.

1994:

- 21 de outubro: o governo do então presidente dos Estados Unidos Bill Clinton assina o Acordo de Bases com a Coréia do Norte em Genebra, após cerca de dois anos de negociações.

- Coréia do Norte concorda em congelar e depois desmantelar seu polêmico programa nuclear. Estados Unidos, Coréia do Sul e Japão forneceriam dois reatores de água leve ao país.

1998:

- 31 de agosto: Coréia do Norte afirma ter disparado um foguete com seu primeiro satélite, em meio a relatos de que um foguete Taepodong I voou sobre a principal ilha do Japão, Honshu, e caiu no Mar do Japão.

2002:

- janeiro: em seu discurso ao Cogresso sobre o Estado da União, o presidente George W. Bush classifica a Coréia do Norte, o Irã e o Iraque como o "eixo do mal": países que representam uma séria ameaça a todo o mundo por possuírem armas de destruição em massa e patrocinarem o terrorismo.

- Outubro: enviado do Departamento de Estado americano James Kelly confronta Pyongyang com evidências que Washington afirma apontarem para um programa secreto de enriquecimento de urânio. A Coréia do Norte afirma que tem direito de possuir armas nucleares.

- Dezembro: Coréia do Norte afirma que planeja reativar o reator de Yongbyon, desliga os aparelhos de observação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) no complexo e expulsa inspetores da agência.

2003:

- Janeiro: Coréia do Norte retira-se do Tratado de Não-Proliferação.

- Agosto: primeira rodada de negociações entre Coréias do Norte e do Sul, China, Japão, Rússia e EUA em Pequim. Coréia do Norte ameaça testar uma bomba nuclear e dispara um novo míssil.

- Outubro: Coréia do Norte afirma ter aumentado sua ''dissuasão nuclear'' com plutônio reprocessado de milhares de bastões de combustível e diz estar disposta a mostrar o feito.

2004:

- Janeiro: Pyongyang permite a visita de um delegação não-oficial dos EUA, incluindo um especialista nuclear, em Yongbyon.

- Fevereiro: Abdul Qadeer Khan, pai da bomba nuclear do Paquistão, admite que passou tecnologia de urânio para Líbia, Irã e Coréia do Norte. Pyongyang diz que é mentira.

- Segunda rodada das negociações entre seis países em Pequim.

- Junho: terceira rodada de negociações. EUA propõem ajuda em combustível e garantias de segurança se Pyongyang encerrar seus programas nucleares.

2005:

- Fevereiro: Coréia do Norte afirma oficialmente pela primeira vez que tem armas nucleares, acrescentando que abandonou as negociações.

- Setembro: os seis países emitem finalmente um comunicado conjunto. Coréia do Norte promete desistir dos programas de armas em troca de ajuda, garantias de segurança e relações diplomáticas.

- Novembro: quinta rodada de negociações em Pequim termina sem progresso. Coréia do Norte protesta contra as medidas repressivas dos EUA contra suas finanças internacionais.

2006:

- 5 de julho: Termina em fracasso disparo de sete mísseis norte-coreanos, entre eles o de longo alcance Taepodong-2, capaz de atingir o Alasca.

- 9 de outubro: A Coréia do Norte detona sua primeira bomba atômica. Segundo especialistas, o país tem plutônio suficiente para fabricar de 5 a 12 bombas A.

- 14 de outubro: Conselho de Segurança da ONU aprova sanções econômicas e comerciais.

- 18 de dezembro: Retomada das negociações multilaterais

 

2007:

- 8 de fevereiro: recomeçam em Pequim as negociações entre seis países, uma semana depois do encontro entre autoridades dos EUA e da Coréia do Norte em Berlim para debater o congelamento das finanças.

- 13 de fevereiro: Coréia do Norte concorda em fechar o complexo de Yongbyon e permitir a entrada de inspetores internacionais, como parte de um plano inicial de desarmamento.

- 14 de junho: Começam as transferências de fundos da Coréia do Norte congelados num banco em Macau. Pyongyang havia exigido a medida antes de começar a paralisar seu programa nuclear.

- 20 de junho: O enviado dos EUA Chris Hill vai a Pyongyang e se torna o mais importante oficial de Estado americano a visitar o país comunista desde 2002.

- 16 de julho: inspetores internacionais confirmam que a Coréia do Norte paralisou o reator de Pyongyang, segundo a Agência Internacional de Energia Atômica.

- dezembro: Coréia do Norte descumpre o prazo para dar às seis partes envolvidas nas negociações uma lista de suas instalações e sua capacidade nucleares.

 

2008

- 26 de junho: Coréia do Norte entrega à China informações sobre seu programa nuclear e EUA anunciam que suspenderão sanções e, após 20 anos, retirarão o país da lista de Estados que apóiam o terrorismo.

- 27 de junho: a agência oficial Nova China confirma a destruição por Pyongyang de uma torre de esfriamento de seu reator de Yongbyon.

 

2009

- 5 de abril: A Coreia do Norte lança um foguete de longo alcance para colocar um satélite em órbita, mas os Estados Unidos e o Japão suspeitam de um teste de míssil.

Lançamento do míssil norte-coreano

- 25 de abril: Pyongyang anuncia ter retomado o tratamento de combustível nuclear, um dia depois de sanções da ONU contra empresas norte-coreanas depois do lançamento de um foguete em 5 de abril.

- 29 de abril: A Coreia do Norte ameaça conduzir um novo teste nuclear se a ONU não pedir desculpas.

- 25 de maio: O país anuncia ter efetuado "com sucesso" um novo teste nuclear

 

Torre de resfriamento do complexo Yongbyon é demolida em junho de 2008, como parte dos esforços para acabar com a nuclearização da Coreia do Norte

INFOGRÁFICO

 

 

 

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Este site foi atualizado em 28/05/09